Agora que já passaram alguns dias sobre a morte de Carlos Castro e está tudo um pouco mais calmo, decidi escrever sobre este assunto.
Não conheço Carlos Castro nem Renato Seabra, não é por aparecerem na comunicação social, que vou tecer melhores ou piores comentários sobre a sua vida, quem sou eu para os julgar?
Não me interessa se são homossexuais, heterossexuais ou tenham outra qualquer orientação sexual, quem sou eu para os julgar?
Tenho de confessar que, este acontecimento não provocou em mim nenhum choque especial (as pessoas são capazes de provocar grande sofrimento nos outros), despertou sim, uma enorme compaixão por estes dois seres humanos: um perdeu a vida aos 65 anos e o outro perdeu-a aos 21 anos.
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